terça-feira, 28 de julho de 2009

O AMOR VISTO PELAS CRIANÇAS

«Quando a minha avó ficou com artrite, não se podia dobrar para pintar as unhas dos dedos dos pés. Portanto o meu avô faz sempre isso por ela, mesmo quando apanhou, também, artrite nas mãos. Isso é o amor.»
Rebeca, 8 anos


«Quando alguém te ama, a maneira como pronuncia o teu nome é diferente. Tu sentes que o teu nome está seguro na boca dessa pessoa.»
Billy, 4 anos


«O amor é quando uma rapariga põe perfume e um rapaz põe colónia da barba e vão sair e se cheiram um ao outro.»
Karl, 5 anos


«O amor é quando vais comer fora e dás grande parte das tuas batatas fritas a alguém, sem a obrigares a darem-te das dele.»
Chrissy, 6 anos


«O amor é o que te faz sorrir quando estás cansado.»
Terri, 4 anos


«O amor é quando a minha mamã faz café ao meu papá e bebe um golinho antes de lho dar, para ter a certeza de que o sabor está bom.»
Danny, 7 anos


«O amor é estar sempre a dar beijinhos. E, depois, quando já estás cansado dos beijinhos, ainda queres estar ao pé daquela pessoa e falar com ela. O meu pai e a minha mãe são assim. Eles são um bocado nojentos quando se beijam.»
Emily, 8 anos rsssssssssssssss


«O amor é aquilo que está contigo na sala, no Natal, se parares de abrir os presentes e escutares com atenção.»
Bobby, 7 anos


«Se queres aprender mais sobre o amor, deves começar por um amigo que odeies.»
Nikka, 6 anos


«O amor é quando dizes a um rapaz que gostas da camisa dele e, depois, ele usa-a todos os dias.»
Noelle, 7 anos


«O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem.» (nem Sócrates, Descartes ou Freud diriam algo mais certo...)
Tommy, 6 anos


«Durante o meu recital de piano, eu estava no palco e sentia-me apavorada. Olhei para todas as pessoas que estavam a olhar para mim, e reparei no meu pai que estava a acenar-me e a sorrir. Era a única pessoa a fazer aquilo. O medo desapareceu»
Cindy, 8 anos


«A minha mãe ama-me mais do que ninguém. Não vês mais ninguém a dar-me beijinhos para dormir.»
Clare, 6 anos


«Amor é quando a mamã dá ao papá o melhor pedaço da galinha.»
Elaine, 5 anos


«Amor é quando a mamã vê o papá bem cheiroso e arranjadinho e diz que ele ainda é mais bonito do que o Robert Redford.»
Chris, 7 anos


«Amor é quando o teu cãozinho te lambe a cara toda, apesar de o teres deixado sozinho todo o dia .»
Mary Ann, 4 anos


«Eu sei que a minha irmã mais velha me ama, porque me dá todas as roupas usadas e tem de ir comprar outras.»
Lauren, 4 anos


«Quando amas alguém, as tuas pestanas andam para cima e para baixo e saem estrelinhas de ti.» (quanta arte!)
Karen, 7 anos


«Amor é quando a mamã vê o papá na casa de banho e não acha isso indecente.»
Mark, 6 anos


«Nunca devemos dizer 'Amo-te', a menos que seja mesmo verdade. Mas se é mesmo verdade, devemos dizer muitas vezes. As pessoas esquecem-se .»
Jessica, 8 anos


E a última? O autor e conferencista Leo Buscaglia falou de um concurso em que ele teve de ser júri. O objectivo era encontrar a criança mais cuidadosa.
A vencedor foi um rapazinho de quatro anos, cujo vizinho era um velhote que perdera recentemente a sua esposa. Depois de ter visto o senhor a chorar, o menino foi ao quintal do velhote, subiu para o seu colo e sentou-se. Quando a mãe perguntou o que dissera ao vizinho, o rapazinho disse: Nada, só o ajudei a chorar.»


Isso é para aprendermos um pouquinho sobre o AMOR!!!

domingo, 26 de julho de 2009

meio-limão


Pois é,


Tendo em vista que não acredito em meia-laranja, fui atrás do meio-limão, e o pior que o encontrei!

Não dá nem para imaginar (no caso, sentir), a enxaqueca que estou com ela hoje!!!

O paracetamol vai ser pouco.... :-(


bjs

quarta-feira, 22 de julho de 2009

MEIA-LARANJA

Amigos(as),
Sempre que eu postar (penso que é assim que se diz na blogosfera), vou nos dias seguintes falar um pouquinho sobre o assunto, ou partes dele.

A minha querida amiga Jê fez um comentário (ao mail e não no blog), e vou aproveitar a «deixa» para falar sobre isto.

Concordo plenamente com o John (íntimo,rs) e ainda acrescento: "se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime... encontre sua metade do limão, adicione açúcar, pinga, gelo e seja feliz!" (sic)

Bom, se alguém pensa que vai encontrar a metade da sua laranja, aquela pessoa que nos completa, sinto informar, mas provavelmente está procurando algo que não existe. Somos imagem e semelhança do nosso criador, e não imagino Deus (ou o Ser Superior em que nós acreditamos) sendo meio-Deus.

Ninguém, repito NINGUÉM pode nos completar! Somos inteiros, nascemos inteiros e se Deus permitir, morreremos inteiros sem deixar nenhuma perninha ou bracinho para tráz!

Mas, vamos supor que você encontre sua «dita» metade, e pelo motivo que seja, esta metade vai embora, muda de país, ou encontra outra metade? Você vai voltar a ser uma metade, incompleta, e continuar na eterna busca!
Entretanto, se você perceber que é inteiro em si mesmo, também vai continuar numa eterna busca, mas de um companheiro(a) de viajem, uma pessoa que podemos dividir e principalmente SOMAR, sem ter a necessidade de ser completado por alguém ou ter que completar alguma coisa.

As pessoas aparecem na nossa vida para mostrar-nos características da nossa personalidade que são falhas e então temos a oportunidade de melhorar este aspecto do nosso ser.

É uma carga muito grande para uma pessoa ser o responsável a nossa felicidade, ou sermos responsáveis pela felicidade de alguém, ainda que seja apenas metade da felicidade.

Nós somos os únicos responsáveis, e os únicos culpados se não a alcançarmos.
Portanto amigos(as) se estivermos procurando a metade da nossa laranja, é melhor encontrar a metade de um limão, porque pelo menos assim podemos nos embebedar e passar um bom bocado rindo de nós mesmos!
bjs a todos

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Crenças sobre o AMOR


" Amor...
Fizeram-nos acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não nos contaram que amor não é acionado, nem chega com hora marcada.
Fizeram-nos acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
Fizeram nos acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram-nos acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.
Fizeram-nos acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que fazem pouco sexo são caretas, que os que fazem muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.
Fizeram nos acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.
Ah, também não contaram que ninguém nos vai dizer todas estas coisas. Cada um vai ter que descobrir sozinho.
E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém."
(John Lennon)