segunda-feira, 23 de novembro de 2009

COMO AFUGENTAR UM HOMEM NO PRIMEIRO ENCONTRO (I)

Sabe aquele dia que tudo corre perfeitamente? Seu cabelo está ótimo, a pele rejuvenescida, os olhos brilhantes, o perfume certo, a roupa que cai como uma luva?! E então aparece aquele sms há tanto esperado...

«olá, e aquele café?! pode ser hoje?»
«sim, onde te apetece»
«que tal no colombo as 17?»
«perfeito, nos vemos lá, até já»

O coração dispara, as pernas tremem, a mão começa a suar, mas egolimos toda a tensão e vamos ao encontro com aquele ar de segurança que só os verdadeiros amigos reconhecem...
Nos vemos, cumprimentamo-nos e sentamos para o café.

E então acontece! Acontece a única coisa que não deveria acontecer: Uma verborréia interminável, sufocando o tão esperado primeiro encontro, que não deixa o interloculotor nem ao menos perguntar se queremos açúcar ou adoçante. Uma falácia insuportável, que quando nos lembramos até ficamos com dor de cabeça! E então, no dia seguinte, após muitas horas de reflexão, percebemos por que não existe nenhum sms dizendo como foi agrádavel o encontro, e muito menos sugerindo como seria bom repetir!

Amigas, por favor não cometam o mesmo erro. Quando tiverem aquele primeiro encontro tão acalentado esqueçam a verborréia e a falácia, deixem o seu intelocutor vender o seu peixe, ou seja, falar um pouquinho dele mesmo! Não façam como eu, sejam mais recatadas e menos egocêntricas e escutem, ou pelo menos oiçam o que ele está a dizer. E assim sendo, talvez, e apenas talvez, pode ser que recebam um sms no dia seguinte dizendo o quão agradável foi aquele primeiro encontro, e sugerindo quando se pode repetir...

PS.: Por favor não falem em casamento!

my mistake

domingo, 22 de novembro de 2009

A VOLTA

Olá a todos(as),

Após um período conturbado de muito trabalho, novo relacionamento e decisões importantes, estou preparada para voltar a blogosfera!

A vida profissional está a mil por hora, as vezes sem tempo de respirar! Chego tão cansada em casa que a única coisa que consigo imaginar é minha cama quentinha, fico a imaginar quando vou ter um fim de semana sem trabalho, só para mim, para descansar!.... e nessa confusão toda me aparece uma «pessoa» que a princípio parecia ser realmente um «facilitador».

Mas afinal, o que é um facilitador? Atenção, não tem nada a ver com solicitador! Facilitador, é aquela pessoa com pormenores (e pormaiores) sentimentais, que entra na nossa vida e deixa tudo muito mais fácil! Não complica, não cria estresse e não cobra! Entende perfeitamente o seu ritmo de trabalho e apesar de não gostar, apoia. Entende que temos que usar nossa última semana de férias do ano para fazer uma formação, e que quando chegarmos super cansados da formação, a única coisa que nos vai apetecer é um sofa e depois cama! Entende que o fim de semana, foi feito para descansar, mas também para fazer bancos e horas extras. Entende que temos amigos que também ocupam o pouco tempo livre que temos, e as vezes só sobram migalhas... E entende muitas outras coisas mais!

Bom, o tal facilitador, se mostrou realmente facilitador, no começo! Depois começou a dar trabalho, a pedir mais atenção, idas e vindas ao outro lado do Tejo em hora de ponta, fins de semana perdidos, e semanas ainda mais cansativas! Cobrança! Tudo aquilo que deita abaixo uma relação! E o pior: birra! Sim, é verdade, BIRRA! Coisas do gênero: onde eu encaixo na tua vida?

Resumindo, tive um surto e o suposto facilitador foi por água abaixo. Talvez ainda não esteja preparada para isto, meu trabalho neste momento ainda é muito importante, estou numa fase muito produtiva e não quero e não posso perder tempo numa relação de cobranças. Apesar de que sei que mais cedo ou mais tarde meu relógio biológico vai dar o grito, mas nesta fase só consigo abrir as portas para alguém que seja realmente FACILITADOR!

É uma coisa que alguns amigos já ouviram-me dizer muitas vezes: problemas já bastam os que eu crio sozinha, se entrar alguém na minha vida tem que ser um facilitador, e não outro problema!
Quero alguém sim, que me apoie e estimule meu crescimento, e ocupe meu tempo apenas com coisas positivas! Porque as negativas podem aparecer, mas não pode ser este alguém a traze-las.

Peço desulpas aos seguidores por não ter estado presente estes 3 meses, mas voltei!

bj grande

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

O AMOR by Osho

Somente uma pessoa amorosa – alguém que já esteja amando – pode encontrar o(a) companheiro(a) certo.
Esta é a minha observação: se você é infeliz, encontrará alguém que também é infeliz. Pessoas infelizes são atraídas por pessoas infelizes. E isso é bom, é natural. É bom que as pessoas infelizes não se atraiam por pessoas felizes; caso contrário iriam destruir sua felicidade. É perfeitamente certo.
Somente pessoas felizes se atraem por pessoas felizes.
O igual atrai o igual. Pessoas inteligentes são atraídas por pessoas inteligentes; pessoas estúpidas são atraídas por pessoas estúpidas.
Você conhece pessoas do mesmo plano. Então, a primeira coisa a lembrar é: um relacionamento está destinado a ser amargo quando nasce da infelicidade. Seja primeiro feliz, alegre, celebrante, e então você encontrará uma outra alma celebrante, e aí será um encontro de duas almas dançantes e uma grande dança nascerá dali.
Não peça por um relacionamento a partir da solidão, não. Dessa forma você estará se movendo na direção errada. Desse jeito o outro será utilizado como um meio e o outro utilizará você como um meio. E ninguém quer ser usado como um meio! Cada indivíduo é um fim em si mesmo. É imoral utilizar qualquer pessoa como um meio.
Primeiro aprenda a ser sozinho. A meditação é um meio de ficar sozinho.
Se você consegue ser feliz enquanto está sozinho, você aprendeu o segredo de ser feliz. Agora você pode ser feliz com alguém. Se você é feliz, então tem algo a compartilhar, a dar. E quando você dá, você ganha; e não o contrário. Então, nasce um desejo de amar alguém.
Ordinariamente, a necessidade é a de ser amado por alguém. É uma necessidade errada. É uma necessidade infantil; você não é maduro. É uma atitude de criança.
Uma criança nasce. É claro, a criança não pode amar a mãe; ela não sabe ainda o que é o amor e ela não sabe quem é a mãe e quem é o pai. Ela é totalmente impotente. O seu ser ainda precisa ser integrado. Ela não é um inteiro; não está junta ainda. Ela é somente uma possibilidade. A mãe precisa amar, o pai precisa amar, a família precisa regar a criança com amor. Dessa forma ela aprende uma coisa: todo mundo tem que amá-la. Ela nunca aprende que ela tem que amar. Então a criança irá crescer, e se ela permanecer presa a essa atitude de que todo mundo tem que amá-la, ela irá sofrer por toda a vida. O seu corpo terá crescido, mas a sua mente terá permanecido imatura.
Uma pessoa amadurecida é aquela que conhece a outra necessidade: a de que agora eu tenho que amar alguém.
A necessidade de ser amado é infantil, imatura. A necessidade de amar é madura.
E quando você está pronto para amar alguém, um belo relacionamento irá crescer daí, de outra maneira, não.
“É possível que duas pessoas em um relacionamento sejam más uma com a outra?” Sim, isso é o que está acontecendo no mundo todo. Ser bom é muito difícil. Você não é bom nem consigo mesmo. Como você pode ser bom para outra pessoa?
Você sequer ama a si mesmo! Como poderá amar alguém? Ame a si mesmo, seja bom para consigo.
Os seus chamados santos religiosos têm ensinado que nunca se deve amar a si, nunca ser bom para si mesmo. Seja duro com você! Eles têm ensinado que você deve ser agradável com os outros e duro consigo. Isso é absurdo.
Eu ensino que a primeira e mais importante coisa a fazer é ser amoroso com você mesmo. Não seja duro; seja suave. Preocupe-se consigo. Aprenda a se perdoar – mais e mais e mais uma vez – sete vezes, setenta e sete vezes, setecentas e setenta e sete vezes. Aprenda como se perdoar. Não seja duro; não seja hostil em relação a si mesmo. E então você irá florescer.
Nesse florescimento você irá atrair uma outra flor. Isso é natural. Pedras atraem pedras; flores atraem flores. Então haverá um relacionamento em que há graça, há beleza, em que há uma benção. Se você conseguir encontrar um relacionamento assim, o seu relacionamento crescerá em uma prece; o seu amor se tornará um êxtase e pelo amor você saberá o que é o divino.
OSHO

terça-feira, 28 de julho de 2009

O AMOR VISTO PELAS CRIANÇAS

«Quando a minha avó ficou com artrite, não se podia dobrar para pintar as unhas dos dedos dos pés. Portanto o meu avô faz sempre isso por ela, mesmo quando apanhou, também, artrite nas mãos. Isso é o amor.»
Rebeca, 8 anos


«Quando alguém te ama, a maneira como pronuncia o teu nome é diferente. Tu sentes que o teu nome está seguro na boca dessa pessoa.»
Billy, 4 anos


«O amor é quando uma rapariga põe perfume e um rapaz põe colónia da barba e vão sair e se cheiram um ao outro.»
Karl, 5 anos


«O amor é quando vais comer fora e dás grande parte das tuas batatas fritas a alguém, sem a obrigares a darem-te das dele.»
Chrissy, 6 anos


«O amor é o que te faz sorrir quando estás cansado.»
Terri, 4 anos


«O amor é quando a minha mamã faz café ao meu papá e bebe um golinho antes de lho dar, para ter a certeza de que o sabor está bom.»
Danny, 7 anos


«O amor é estar sempre a dar beijinhos. E, depois, quando já estás cansado dos beijinhos, ainda queres estar ao pé daquela pessoa e falar com ela. O meu pai e a minha mãe são assim. Eles são um bocado nojentos quando se beijam.»
Emily, 8 anos rsssssssssssssss


«O amor é aquilo que está contigo na sala, no Natal, se parares de abrir os presentes e escutares com atenção.»
Bobby, 7 anos


«Se queres aprender mais sobre o amor, deves começar por um amigo que odeies.»
Nikka, 6 anos


«O amor é quando dizes a um rapaz que gostas da camisa dele e, depois, ele usa-a todos os dias.»
Noelle, 7 anos


«O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem.» (nem Sócrates, Descartes ou Freud diriam algo mais certo...)
Tommy, 6 anos


«Durante o meu recital de piano, eu estava no palco e sentia-me apavorada. Olhei para todas as pessoas que estavam a olhar para mim, e reparei no meu pai que estava a acenar-me e a sorrir. Era a única pessoa a fazer aquilo. O medo desapareceu»
Cindy, 8 anos


«A minha mãe ama-me mais do que ninguém. Não vês mais ninguém a dar-me beijinhos para dormir.»
Clare, 6 anos


«Amor é quando a mamã dá ao papá o melhor pedaço da galinha.»
Elaine, 5 anos


«Amor é quando a mamã vê o papá bem cheiroso e arranjadinho e diz que ele ainda é mais bonito do que o Robert Redford.»
Chris, 7 anos


«Amor é quando o teu cãozinho te lambe a cara toda, apesar de o teres deixado sozinho todo o dia .»
Mary Ann, 4 anos


«Eu sei que a minha irmã mais velha me ama, porque me dá todas as roupas usadas e tem de ir comprar outras.»
Lauren, 4 anos


«Quando amas alguém, as tuas pestanas andam para cima e para baixo e saem estrelinhas de ti.» (quanta arte!)
Karen, 7 anos


«Amor é quando a mamã vê o papá na casa de banho e não acha isso indecente.»
Mark, 6 anos


«Nunca devemos dizer 'Amo-te', a menos que seja mesmo verdade. Mas se é mesmo verdade, devemos dizer muitas vezes. As pessoas esquecem-se .»
Jessica, 8 anos


E a última? O autor e conferencista Leo Buscaglia falou de um concurso em que ele teve de ser júri. O objectivo era encontrar a criança mais cuidadosa.
A vencedor foi um rapazinho de quatro anos, cujo vizinho era um velhote que perdera recentemente a sua esposa. Depois de ter visto o senhor a chorar, o menino foi ao quintal do velhote, subiu para o seu colo e sentou-se. Quando a mãe perguntou o que dissera ao vizinho, o rapazinho disse: Nada, só o ajudei a chorar.»


Isso é para aprendermos um pouquinho sobre o AMOR!!!

domingo, 26 de julho de 2009

meio-limão


Pois é,


Tendo em vista que não acredito em meia-laranja, fui atrás do meio-limão, e o pior que o encontrei!

Não dá nem para imaginar (no caso, sentir), a enxaqueca que estou com ela hoje!!!

O paracetamol vai ser pouco.... :-(


bjs

quarta-feira, 22 de julho de 2009

MEIA-LARANJA

Amigos(as),
Sempre que eu postar (penso que é assim que se diz na blogosfera), vou nos dias seguintes falar um pouquinho sobre o assunto, ou partes dele.

A minha querida amiga Jê fez um comentário (ao mail e não no blog), e vou aproveitar a «deixa» para falar sobre isto.

Concordo plenamente com o John (íntimo,rs) e ainda acrescento: "se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime... encontre sua metade do limão, adicione açúcar, pinga, gelo e seja feliz!" (sic)

Bom, se alguém pensa que vai encontrar a metade da sua laranja, aquela pessoa que nos completa, sinto informar, mas provavelmente está procurando algo que não existe. Somos imagem e semelhança do nosso criador, e não imagino Deus (ou o Ser Superior em que nós acreditamos) sendo meio-Deus.

Ninguém, repito NINGUÉM pode nos completar! Somos inteiros, nascemos inteiros e se Deus permitir, morreremos inteiros sem deixar nenhuma perninha ou bracinho para tráz!

Mas, vamos supor que você encontre sua «dita» metade, e pelo motivo que seja, esta metade vai embora, muda de país, ou encontra outra metade? Você vai voltar a ser uma metade, incompleta, e continuar na eterna busca!
Entretanto, se você perceber que é inteiro em si mesmo, também vai continuar numa eterna busca, mas de um companheiro(a) de viajem, uma pessoa que podemos dividir e principalmente SOMAR, sem ter a necessidade de ser completado por alguém ou ter que completar alguma coisa.

As pessoas aparecem na nossa vida para mostrar-nos características da nossa personalidade que são falhas e então temos a oportunidade de melhorar este aspecto do nosso ser.

É uma carga muito grande para uma pessoa ser o responsável a nossa felicidade, ou sermos responsáveis pela felicidade de alguém, ainda que seja apenas metade da felicidade.

Nós somos os únicos responsáveis, e os únicos culpados se não a alcançarmos.
Portanto amigos(as) se estivermos procurando a metade da nossa laranja, é melhor encontrar a metade de um limão, porque pelo menos assim podemos nos embebedar e passar um bom bocado rindo de nós mesmos!
bjs a todos

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Crenças sobre o AMOR


" Amor...
Fizeram-nos acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não nos contaram que amor não é acionado, nem chega com hora marcada.
Fizeram-nos acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
Fizeram nos acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram-nos acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.
Fizeram-nos acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que fazem pouco sexo são caretas, que os que fazem muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.
Fizeram nos acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.
Ah, também não contaram que ninguém nos vai dizer todas estas coisas. Cada um vai ter que descobrir sozinho.
E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém."
(John Lennon)